há uma certa singularidade em tudo que penso
não porque julgue corretas minhas idéias
mas por ter certeza de que elas realmente são minhas
não as roubo de ninguém
o máximo que faço é observar tudo que vejo e escuto
para que possa mais tarde saber quais conclusões tirar
é verdade que tamanha singularidade me afasta as vezes do mundo
mas não vejo tanto problema nisso
se tudo que há no mundo fosse correto, não teria eu que pensar tanto
filosofar as vezes é perder tempo, pensar não, criar idéias e aceitá-las
sem fantasiar muito,
é tudo muito rapido por aqui
tenho muita a fazer, mas o tempo parece sempre ser tão curto
não faço de minhas idéias leis universais, já fiz, mas hoje não mais
as aceito para mim, e aceito as de cada um para consigo da melhor forma possível
penso sempre do meu cantão esquerdo, o sol nascendo,a brisa chegando,
minhas crianças brincando,meu barco no caís,minha morena me trazendo um café
adoçado com paz, faço dessas minhas idéia reais em cada coisa que observo
e julgo isso certo, se não certo ao mundo ao menos para mim
só quero um dia-a-dia sem esperar nada, nem mesmo um final feliz
sexta-feira, 17 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Há sempre o quê se falar quando o silêncio incomoda nossos corações
há sempre o quê fazer quando o mundo incomoda nossos corações
ninguém pode roubar nossa coragem, a não ser nos mesmos
nossa liberdade está diretamente relacionada ao medo
ao medo de perdê-la, não tocar mais em nossos ideais não concretizados
há sempre o quê se fazer
o problema é descobrir como, onde, e para onde ir
seguir o rio, a estrada, o caminho, o quê quiser
mas sempre seguir algo, nunca estagnar
há e sempre haverá o quê fazer e o quê falar
há quem não encontre nunca um caminho
há quem nunca procure
há quem nunca saiba o quê procurar, e sendo assim nunca reconhecerá quando encontrar
há sempre alguém perdido
há sempre alguém procurando
há os que querem ser encontrados, e há os que querem desaparecer para sempre
há sempre o quê se fazer
escute seu coração quando o silêncio incomodar seus ouvidos, ele fala baixinho
bem baixinho e só em um silêncio ensurdecedor poderá ouvi-lo
tudo é o quê é
o que aconteceu aconteceu
há o quê mais para saber
que metafísica há naquelas árvores
apenas respire fundo, feche os olhos
erga a cabeça...sinta o quê a natureza pode te oferecer...
Há sempre o quê se falar quando o silêncio incomoda nossos corações
há sempre o quê fazer quando o mundo incomoda nossos corações
abra os olhos...
siga em frente...
faça o quê vier a seguir...
há sempre o quê fazer quando o mundo incomoda nossos corações
ninguém pode roubar nossa coragem, a não ser nos mesmos
nossa liberdade está diretamente relacionada ao medo
ao medo de perdê-la, não tocar mais em nossos ideais não concretizados
há sempre o quê se fazer
o problema é descobrir como, onde, e para onde ir
seguir o rio, a estrada, o caminho, o quê quiser
mas sempre seguir algo, nunca estagnar
há e sempre haverá o quê fazer e o quê falar
há quem não encontre nunca um caminho
há quem nunca procure
há quem nunca saiba o quê procurar, e sendo assim nunca reconhecerá quando encontrar
há sempre alguém perdido
há sempre alguém procurando
há os que querem ser encontrados, e há os que querem desaparecer para sempre
há sempre o quê se fazer
escute seu coração quando o silêncio incomodar seus ouvidos, ele fala baixinho
bem baixinho e só em um silêncio ensurdecedor poderá ouvi-lo
tudo é o quê é
o que aconteceu aconteceu
há o quê mais para saber
que metafísica há naquelas árvores
apenas respire fundo, feche os olhos
erga a cabeça...sinta o quê a natureza pode te oferecer...
Há sempre o quê se falar quando o silêncio incomoda nossos corações
há sempre o quê fazer quando o mundo incomoda nossos corações
abra os olhos...
siga em frente...
faça o quê vier a seguir...
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